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Dessa vez fui entrevistar uma linda e apaixonada torcedora atleticana. A jovem Ana Carolina Chaves, que do alto de seus 22 anos dá testemunho da vivência que, certamente terá muitos pontos em comum com a história de vários atleticanos.

Ana conta que se tornou atleticana graças ao seu pai Marcos, único a torcer pelo Galo entre seus sete irmãos flamenguistas e cruzeirenses. Ela revela que quando mais nova, não conseguia ver o futebol como algo legal, pelo fato de ser menina. Com o passar do tempo, acompanhando os jogos junto a seu pai e seu irmão, foi descobrindo a força da Massa, “Foi a torcida quem primeiro me conquistou, ela fez com que eu me perguntasse: Como posso não gostar disso aqui?”.

A jovem lembrou que o primeiro encantamento foi com uma organizada do clube, com o passar do tempo ela acabou se afastando por não concordar com algumas coisas que aconteciam. Mas para Ana a principal virtude da organizada foi lhe mostrar o que era ser atleticana.

Carol compartilha um ponto de vista sobre a disputa da série B, que vai ao encontro do que muitos torcedores pensam daquele momento. Foi difícil, mas ao mesmo tempo foi construtivo, para a identidade do atleticano,  “não tem por que sentir vergonha do time  ter caído.”

Clique no link e ouça o áudio: A Série B

ana-pbNossa personagem disse que o momento  mais difícil vivido, enquanto torcedora, não foi o fatídico 6 a 1 para o rival, ou mesmo a queda em 2005. A penalidade no jogo contra o Tijuana (MEX), Aos 43 do segundo tempo, que poderia ter eliminado o Galo da Libertadores 2013 foi o momento casca grossa na opinião dela, . Ana fez uma promessa naquele dia.

Clique no link e descubra qual a promessa: A Promessa

Tardelli é apontado por ela como o melhor jogador que viu com a camisa do Atlético, apesar de achar Ronaldinho  peça essencial para que o Atlético viesse a obter suas últimas conquistas, segundo Carol, DT9 tem mais a cara do alvinegro, “Jogador do atlético tem de ter raça, ele precisa gostar do time. E o Tardelli mostra isso pra mim, eu vejo ele como o cara que joga com vontade.”, observou a jovem.

 A barraca de Cachorro quente

Dentro das histórias que surgem, no mundo de quem torce por um time de futebol, várias são simplesmente incríveis. Alguns lugares se tornam referência para os apaixonados pelo esporte. Já vi gente que briga com santo, assiste jogo só em um determinado lugar do estádio, não usa determinado tipo de roupa, mas confesso que essa foi a primeira vez que vi uma barraca de cachorro quente ser citada.

Uma história que vale a pena ouvir, clique no link a seguir e ouça a divertida e apaixonante história contada por Ana: O Dogão

No final de nossa entrevista Ana definiu o Atlético como, “Amor Incondicional. É muito gostoso torcer pro Atlético! Ah… É muito bonito, é muito lindo torcer… Ah… (risos) Eu não consigo explicar.”

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