Governador ressaltou esforço da gestão para manter o pagamento da folha salarial dos servidores mineiros e garantir serviços de qualidade à população.

 

O governador Fernando Pimentel participou, na manhã desta quinta-feira (24/8), no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, de reunião com representantes dos poderes estadual para discutir a crise financeira do Estado e o pagamento da folha salarial dos servidores mineiros. Pimentel destacou o esforço do Governo para regularizar a situação o mais rápido possível.

Participaram do encontro o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Adalclever Lopes, o presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, desembargador Herbert Carneiro, o procurador-geral de Justiça de Minas Gerais, Antônio Sérgio Tonet, o subsecretário do Tesouro Estadual, Paulo Duarte, e o secretário de Estado de Governo, Odair Cunha.

“O objetivo dessa reunião emergencial foi avaliar diagnósticos e discutir alternativas com o intuito de realizar o mais rápido possível o pagamento da segunda parcela dos salários. Por uma questão de fluxo de caixa e diminuição dos repasses do Governo Federal a Minas Gerais, não foi possível efetuar todos esses depósitos ontem”, afirmou o governador.

Fernando Pimentel ressaltou que, no último dia 11 de agosto, cerca de 75% dos servidores receberam integralmente o salário referente ao mês de julho. “É com muito esforço, trabalho e seriedade que temos enfrentado a crise que afeta os estados brasileiros. Em meio a tantos desafios, trato como prioridade a manutenção do pagamento dos servidores do Estado de Minas Gerais dentro do mês subsequente ao vencido. O nosso objetivo é manter esse compromisso com profissionais que tanto se dedicam a prestar um serviço de qualidade à nossa população”, disse.

O procurador-geral de Justiça de Minas Gerais, Antônio Sérgio Tonet, destacou que o Governo tem trabalhado para buscar alternativas para recuperar a arrecadação estadual. “A expectativa do Governo é que a arrecadação vai melhorar em razão do Refis. Agosto foi um mês atípico, foi a pior arrecadação do Estado deste ano e a expectativa é que no mês de setembro, outubro e novembro, com o Refis, a situação tende a se regularizar ou ficar não tão grave como está hoje do ponto de vista financeiro”.

Antônio Sérgio Tonet também destacou a harmonia entre os poderes para enfrentar a crise financeira. “As instituições, como a Assembleia Legislativa, o Ministério Público, o Judiciário, o Tribunal de Contas, compreendem a dificuldade do Estado nesse momento e também estão fazendo o seu dever de casa. Estamos aguardando e torcendo na expectativa que a situação melhore nos próximos meses”, finalizou.

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